A cultura da organização era tangível.  Suas virtudes brotavam pelas paredes. E como nada dura para sempre, aquele cenário motivador e sua filosofia foram abalados. Ideias “novas”, promessas “revolucionárias”, uma nova “gestão” incorporava-se. O que foi perdido? A essência. Os conceitos substituídos. Os paradigmas evolucionados.

Marca é, por assim dizer, a transcendência dela mesma, ou seja: o nome, o símbolo e as cores são elementos físicos e tangíveis e que são correspondentes ao seu significado. É como se, de modo análogo, estes elementos “visíveis” fossem a ponta do iceberg. Todos os demais aspectos ocultos são os que dão sustentação.

Desconhecer os aspectos intangíveis, porém estruturais de uma organização, é minar o território. Alterar o DNA pode ser fatal.

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