Poder do marketing de atração.

O marketing de atração é tão poderoso que mesmo informações negativas atraem a percepção do público. E por razões humanas parece que o negativo possui um poder ainda maior de chamar a atenção. Os jogos olímpicos Rio 2016 geraram uma receita na publicidade acima de R$ 2 bilhões. Uma receita que supera as expectativas em 20%, mesmo em meio a crise devastadora que atinge o Brasil.

A curiosidade e o mistério que envolvem nosso país atraem ainda mais a atenção dos milhões de espectadores em todo o mundo. Diga-se de passagem, a maior audiência concentrada em um único evento internacional são, justamente, os jogos olímpicos, em especial, sua abertura, que concentra o maior público. Neste período, o Brasil ocupa o lugar mais alto no pódio de audiência global.

São diversos os motivos que inflamam a curiosidade em torno do país: os jogos acontecem pela primeira vez na América Latina, uma conjuntura econômica e política que “ninguém entende”, a insegurança, conhecida em nosso país, o risco terrorista (este mais por razões globais do que brasileiras), o medo dos estrangeiros em contrair o vírus Zica, problemas de infraestrutura, etc.

Estes elementos adicionam um potencial extra em torno da audiência. Os olhos globais se voltam para as olimpíadas, inflamados por uma atmosfera curiosa e inusitada para outras culturas.

Diferentemente da comunicação tradicional, que é invasiva, as estratégias de atração consistem em criar (ou tirar proveito) de motivações para atrair a atenção. Uma estrutura de planejamento mais complexa, nem por isso difícil. Porém, exigem evoluções mentais inovadoras, conhecimento do target, ótima percepção e competência na produção de conteúdos que possuam valor, consistência para reter a atenção, qualidade e pertinência para resultar no valor maior de um trabalho de comunicação: a autoridade de marca.

funil

Os negócios que estão “pingando” na sua carteira de vendas passam por um funil metafórico que em seu ápice possui uma camada chamada “atenção”. Neste estágio seu público já conhece a existência de seu produto. Em sequência, o interesse do consumidor pelo seu produto ou solução. Se tudo “correr bem”, o desejo logo será real, desencadeando a ação de compra. Existem diferentes modelos de funil, porém todos nesta síntese: atenção, interesse, desejo e ação.

A ideia não é nova. Afinal, o modelo foi concebido por volta de 1898, pelo norte americano Elmo Lewis, que desenhou o modelo teórico que mapeia a trajetória do cliente a partir do momento em que uma marca ou produto passa a atrair a atenção do target até o momento da ação ou compra.

O que temos de novidade é permitida pelo avanço da tecnologia. São ferramentas digitais que auxiliam, e muito, na gestão do marketing. Do marketing e das vendas, diga-se de passagem. A partir deste ponto, inicia-se não uma nova disciplina, mas um novo raciocínio para os estrategistas e executivos de comunicação e vendas.

Somos especialistas na entrega de valor e conversão digital. Conheça o poder do marketing de atração e as ferramentas que poderão reduzir o CAC (custo de aquisição de clientes) e elevar o ROI (retorno sobre o investimento) de marketing significativamente.

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